lunes, 25 de abril de 2011

Maio...

Como pode em menos de meio ano você amar tanto alguém? Amor verdadeiro, que me faz acreditar que ainda existe  este sentimento. Te amo amor! Sinto tua falta em tudo o que faço. Até maio. ;)

Dengoso...

Buenos Aires


Buenos Aires...
Dizem que é a melhor capital para se passear, mas não tenho a mesma opinião. Buenos Aires possui vários pontos turísticos, é linda em todos os sentidos, mas como todo o belo tem defeitos, esta cidade também os contém. Grande parte dos moradores não tem educação, são estúpidos! Compras? Nem pensar! Preços altíssimos. Comer bem? Sim, mas pagásse caro para isto.
Viajar com o pessoal daqui me faz esquecer qualquer defeito desta cidade. São companheiros e divertidos.
Páscoa em Buenos Aires: Chorei de saudade. Chocolate? Só na bolacha. Mas valeu a pena, pois intercambiar proporciona conhecer outras culturas. ;)










miércoles, 20 de abril de 2011

Páscoa

Senti um aperto no peito hoje, parecia que tudo ia ter seu fim, mas era só a saudade. Primeira Páscoa longe da família, primeira Páscoa que não vou ganhar uma caixa de bombons, ou um ovinho simbólico. Lembro que até os 12 anos, acordava e tinha uma cesta cheia de chocolates embaixo da minha cama. Minha mãe levantava de madrugada, quietinha, e colocava a cestinha cheia de papeizinhos picados e ovinhos decorados. Era uma alegria acordar e ver que o “coelho” tinha a deixado lá. Os tempos passam, e agora estou aqui, longe da minha “coelha” que não se importava em fazer tudo aquilo para alegrar nossa Semana Santa. Nesta Páscoa, vamos nos lembrar do que era bom, e reinventar melhor...
Intercambiando: amanhã Buenos Aires...
Aqui na RAE, o silêncio toma conta, as pessoas desapareceram... Todos para cantos diferentes, mas com um só propósito: intercambiar.

P.S: Renasça com o espírito da Páscoa, e lembre-se: valorize sempre quem está ao seu lado, para um dia sentir aquele aperto no peito chamado saudade...





miércoles, 13 de abril de 2011

Argentina X Brasil

Escrevendo hoje um artigo sobre a educação na Argentina, não pude deixar de compará-la com a do Brasil. Aqui, a pós-modernidade abalou toda a estrutura educativa, gerando alunos consumistas, e que só pensam em ascensão social, reflexo dos seus amáveis pais. Mas e no Brasil? Não muda absolutamente nada, a única coisa que muda, é que lá existe louco disfarçado de palestrante que mata criança. Absurdo não? Não! Uma hora ou outra isso ia acontecer, estou indignada com a situação que se encontra a educação, tanto aqui, tanto lá. O que fazer? Simplesmente transferir uma boa educação em casa, antes de “atirar” o filho na escola. Alguns pais enlouquecem trabalhando e ganhando dinheiro, objetivo de quase todo mundo. Ninguém mais faz o que gosta, ninguém mais se cumprimenta, ninguém mais sorri. O mundo está cheio de gente grossa, que não olha para o lado de medo de se contaminar.
 E o professor? Como falar da profissão que eu seguirei até morrer? Ser professor é trabalhar com o subjetivo, é passar, mediar conhecimentos, não ser egoísta, ser confiável, ser honesto.
Ser professor não é reclamar dos salários baixos, da não valorização. Ser professor é seguir aprendendo, pois é sempre bom saber mais. Aí me perguntam: vai ser professora? Vou! Do seu filho, que você provavelmente vai largar na escola, e ainda por cima reclamar dela!
Os pais deveriam estar ao lado da escola, fazerem projetos em conjunto, e caminharem ao lado do filho, do professor e da instituição, a fim de reconstruirem um futuro voltado para a cidadania.

Intercambiando: Aqui não se usa capacete na cabeça, existem sinaleiras ambulantes, o feijão e a carne são caríssimos, mas o pessoal é amável!
Já vi dois acidentes, caminho diariamente, e como muito bem. Tenho as melhores aulas, o melhor conhecimento, mas viver aqui, só depois de aposentada...




miércoles, 6 de abril de 2011

Decisões...

Esta semana está cheia de decisões.
Será que vou conseguir firmar um projeto com a UNL? Será que conseguirei fazer todas as leituras? Todos os trabalhos? Será que agüentarei mais 3 meses?
“Puts!” Coisas básicas que se resolvem a partir da vontade. Tenho vontade de fazer tudo isso, só preciso que outras pessoas também tenham.
Dizer que faltam menos de três meses, e menos de um para rever meu amor. É fascinante pensar que amar alguém te transforma em uma pessoa mais forte, pois você se une em um só sentimento: amor.
Amigos... aqui já fiz mais de 30, quantidade ótima para levar pro resto da vida, somada aos mais de 200 que estão no Brasil. São só números, que transparecem todos os tipos de sentimentos, o principal é saudade.
Sou a tchutchuca mami! A mais velha, a que compreende tudo, a que dá colinho, a que ajuda, mas a que também se sente carente, sozinha, e indiscutivelmente desanimada. Passa? Passa! Estou entendendo a fase de desapego...
Hasta chiquitos y chiquitas!






domingo, 3 de abril de 2011

Egoísmo saudável...

Hoje, conversando com um amigo, pude perceber que as coisas não são como esperamos. Estar aqui precisa de coragem e muito desapego. Nos doamos tanto para as pessoas e quase nunca recebemos de volta. Não é cobrar, ou fazer e querer algo em troca, mas chega uma hora que cai a ficha e você percebe o quanto faz  a mais do que o necessário. Estar longe, provoca tanta insegurança que penso em desistir e voltar correndo, mas será que os que ficam fariam o mesmo? Me perguntei 200 vezes isso, e achei uma resposta: temos que aproveitar o máximo cada minuto, cada nova amizade, cada novo conhecimento, e ser um pouco egoísta, não pensar tanto nos outros, não fazer tanto pelos outros.