Senti um aperto no peito hoje, parecia que tudo ia ter seu fim, mas era só a saudade. Primeira Páscoa longe da família, primeira Páscoa que não vou ganhar uma caixa de bombons, ou um ovinho simbólico. Lembro que até os 12 anos, acordava e tinha uma cesta cheia de chocolates embaixo da minha cama. Minha mãe levantava de madrugada, quietinha, e colocava a cestinha cheia de papeizinhos picados e ovinhos decorados. Era uma alegria acordar e ver que o “coelho” tinha a deixado lá. Os tempos passam, e agora estou aqui, longe da minha “coelha” que não se importava em fazer tudo aquilo para alegrar nossa Semana Santa. Nesta Páscoa, vamos nos lembrar do que era bom, e reinventar melhor...
Intercambiando: amanhã Buenos Aires...
Aqui na RAE, o silêncio toma conta, as pessoas desapareceram... Todos para cantos diferentes, mas com um só propósito: intercambiar.
P.S: Renasça com o espírito da Páscoa, e lembre-se: valorize sempre quem está ao seu lado, para um dia sentir aquele aperto no peito chamado saudade...


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